
As moradias do Loteamento Parque das Famílias já entraram na fase de construção nesse mês de janeiro, beneficiando diretamente cerca de 200 pessoas e marcando um avanço da gestão da prefeita Macelly Veras na política habitacional do município.
O projeto é resultado de uma parceria entre a gestão Macelly Veras, o Governo Federal e o Movimento de Mulheres Unidas por Moradia (MMUM), dentro do programa Minha Casa, Minha Vida - Entidades. O Governo Federal é responsável pelo financiamento das obras, enquanto o município de Maués contribuiu com a doação dos lotes, além do apoio institucional e acompanhamento da construção.

Nessa primeira entrega, estão sendo construídas 50 unidades habitacionais, priorizando mulheres chefes de família com renda inferior a dois salários mínimos, muitas delas mães solo. Também são contempladas famílias inscritas em programas sociais, aposentados e beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), em situação de vulnerabilidade social.
De acordo com a coordenadora do projeto pelo MMUM, Marília Souza, o trabalho vai além da entrega das casas. “O objetivo do Movimento é cuidar de pessoas, do bem-estar das famílias e, especialmente, das mulheres. Fomos abraçadas pela Prefeitura de Maués e pela prefeita Macelly Veras, que entenderam que moradia é dignidade. Com essa parceria, estamos garantindo o direito à casa própria para famílias que há anos esperavam por essa oportunidade”, afirmou.

Marília destaca ainda que o projeto contempla acompanhamento social contínuo. “Não são apenas casas. Junto com as moradias, levamos um projeto social que será desenvolvido ao longo de 12 meses com essas famílias. A ideia da prefeita, junto com o movimento, é construir 50 lares, levando afeto, orientação e instrução para que essas famílias tenham um recomeço com mais qualidade de vida”, completou.
Para a prefeita Macelly Veras, a obra simboliza um compromisso com quem mais precisa. “Quando falamos em moradia, falamos de dignidade, segurança e futuro. Essas famílias não estão recebendo apenas uma casa, mas um lar, um espaço de proteção e esperança. Nossa gestão tem um olhar humano e social, e esse projeto reflete exatamente isso: cuidar das pessoas e transformar vidas”, declarou.

O projeto será executado no modelo de autogestão, com participação direta dos beneficiários e acompanhamento da entidade responsável. A previsão é que as obras sejam concluídas em 12 meses, conforme o cronograma estabelecido.
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